domingo, 3 de maio de 2015

Reino Monera

O reino Monera abriga as bactérias, cianobactérias e arqueobactérias (Archaea), que são formas de vida simples e microscópicas, unicelulares e sem núcleo definido. São importantes para a manutenção de qualquer ecossistema, pois decompõem a matéria morta de outros organismos. Também há espécies que forma reações de mutualismo com plantas e animais, como as que pertencem à flora intestinal e as que sintetizam nitratos nas raízes de leguminosas a partir dos nitrogênio atmosférico. Bactérias também são utilizadas em alguns processos industriais, como a produção de iogurte e queijo (lactobacilos) e até mesmo de proteínas e hormônios utilizados na medicina. E também existem várias espécies que causam doenças em animais e plantas, inclusive no ser humano.

Estrutura das bactérias

As bactérias são compostas principalmente por uma membrana plasmática, que regula a entrade e saída de nutrientes e água; hialoplasma, o líquido que preenche o citoplasma e contém sais, açúcares e ribossomos; estes últimos sendo responsáveis pela síntese de proteínas; e o material genético, que compõe o nucleóide. Também podem possuir plasmídeos, que são moléculas de DNA que proporcionam resistência a antibióticos, uma parede celular, específica de cada bactéria, externa à membrana plasmática, e mais uma camada por cima desta, a cápsula, composta de secreções que Há também os pili (ou fímbrias), que auxiliam na fixação e reprodução, e flagelos, que auxiliam na locomoção.
As bactérias também apresentam diversos formatos diferentes:

Formas: Agregação:
- Cocos: de forma esférica; - Diplococo: um par de cocos;
- Bacilos: em forma de bastão; - Estreptococos: uma cadeia de cocos (colar);
- Vibriões: em forma de vírgula; - Estafilococos: cocos sem organização definida;
- Espirilo: de forma ondulada; - Diplobacilos: um par de bacilos;
- Espiroqueta: de forma espiral. - Estreptobacilos: uma cadeia de bacilos;

Os Grams

As bactérias podem ser divididas em gram-positivas e gram-negativas, de acordo com a coloração que apresentarem num teste com reagentes químicos. As que adquirem cor azul ou violeta são chamadas de gram-positivas e as que adquirem cor vermelha são chamadas de gram-negativas. Este teste permite a determinação de características da composição da bactéria, como espessura e densidade. Geralmente, as gram-positivas são bactérias mais simples que as gram-negativas, estas últimas sendo mais difíceis de combater devido a este fator.

Reprodução

As bactérias se reproduzem de três formas:

- Assexuada: por cissiparidade (ou bipartição), ou seja, a bactéria se divide em dois indivíduos através da duplicação do DNA e separação através de mesossomos (dobras da membrana plasmática para dentro do citoplasma).
                Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biomonera3.php

- Esporulação: a bactéria entra num estado de “hibernação”, no qual forma uma estrutura semelhante a um esporo, desidratando-se. O metabolismo é extremamente reduzido e forma-se uma proteção espessa ao redor. Os esporos são extremamente resistentes, podendo permanecer dormentes por vários anos.
        Fonte:http://saladeestudosursamaior.webnode.com.br/materias/biologia/reino-monera/

- Sexuada: isto ocorre quando uma bactéria adquire material genético diferente e passa a expressar suas características, que são passadas para as próximas gerações. Esta troca pode ocorrer de três formas; a transformação, em que a bactéria absorve moléculas de DNA soltas no ambiente; a transdução, em que vírus bacteriófagos, ao infectar uma bactéria, adquirem parte de seu DNA, que disseminam entre outras bactérias (caso sobrevivam à infecção); e a conjugação, em que duas bactérias, uma “macho” (doadora) e uma “fêmea” (receptora) trocam genes através dos pili (fímbrias) da doadora.
Antibióticos
                                                   Esquema da transformação.
 Fonte: http://www.blogdovestibular.com/2012/12/questao-do-dia-reproducao-bacteriana.html
                                                   Esquema da transdução.
              Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biomonera3.php
                                                  Esquema da conjugação.
                  Fonte: https://estudandoabiologia.wordpress.com/reproducao-6/

Antibióticos são substâncias que interagem com bactérias de modo a tratar infecções. Podem agir de três maneiras:

- Inibição da formação da parede celular: o antibiótico inibe a síntese completa de peptídioglicano, que é um componente essencial da manutenção da parede celular, que provoca a lise da bactéria;
- Danificação da membrana plasmática: antibióticos com polimixinas alteram a permeabilidade da membrana plasmática, deixando substâncias importantes escaparem do citoplasma;
- Inibição reprodutiva: estes antibióticos contém aminoglicosídeos e atacam qualquer fase da síntese de DNA e RNA. O processo é o mesmo em células procariontes e eucariontes, o que diferencia é a sedimentação nos ribossomos dos dois tipos.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Vírus

Os vírus, cujo nome significa veneno em latim, são minúsculos parasitas intracelulares que não são considerados seres vivos, por não possuírem várias características necessárias a estes. Os vírus foram descobertos no início do século XX, e observados pela primeira vez em 1930, com a criação do microscópio eletrônico.
As propriedades essenciais dos vírus são:
1 – Acelulares: não possuem células;

2 – Ausência de metabolismo;

3 – São parasitas intracelulares obrigatórios.

Os vírus não se reproduzem sozinhos, necessitando parasitar uma célula para isto. Estruturalmente, a maioria dos vírus são cápsulas de material genético (RNA ou DNA) que atravessam a parede celular e são assimilados pelo genoma da célula ou bactéria, sendo então replicados e depois liberados, por vezes destruindo a célula. Há um outro tipo, chamado bacteriófago, que possui um formato característico, com uma “cabeça”, que é a cápsula de genes, uma cauda em forma de tubo, por onde injeta o material genético dentro da bactéria, e fibras, no final deste tubo, que o fixam na parede celular. Após a injeção de material genético, o vírus é replicado e depois suas cópias liberadas.
Os vírus são compostos, basicamente, por:

1 – Genoma: o material genético do vírus, que codifica suas proteínas;

2 – Capsídio: cápsula proteica que envolve o genoma, codificado por este;

3 – Nucleocapsídios: estrutura formada pela união entre o capsídio e o genoma;

4 – Capsômeros: pequenas subunidades que constituem o capsídio;

5 – Envelope: membrana que envolve o vírus, geralmente parte da membrana plasmática de uma célula previamente infectada, ligada a proteínas virais. Pode auxiliar o vírus a identificar células parasitáveis e até a penetrar células do mesmo tipo.

Um vírus bacteriófago se reproduz de forma diferente: injetando seu DNA na bactéria. Basicamente, o ataque tem 3 fases:

1 – Adsorção: o vírus se liga à bactéria por ligações proteicas;

2 – Penetração: o vírus introduz a cauda na parede celular;


3 – Injeção: o vírus injeta seu DNA no citoplasma da bactéria; a partir daí o vírus pode entrar no ciclo lítico ou lisogênico.
Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Seresvivos/Ciencias/virus.php

Fonte: http://www.euquerobiologia.com.br/2011/12/o-que-e-virus.html

Taxonomia e Táxons

Taxonomia

A Biologia necessita de uma nomenclatura para suas espécies e grupos que os abrangem. As divisões são, da mais abrangente para a mais específica; Domínio, Reino, Filo, Classe, Ordem, Família, Gênero e Espécie. Isso facilita a organização e nomenclatura.
A nomenclatura de uma espécie possui várias regras importantes que devem ser seguidas. Estas regras incluem:

1 – Nomes de espécies devem ser binomiais, ou seja, serem compostos de dois nomes, o primeiro sendo o gênero, que inicia com letra maiúscula, e o segundo a espécie em si, com inicial minúscula.
Ex.: Homo sapiens (homem), Felis Catus (gato doméstico)

2 – O nome deve ser em latim ou latinizado.

3 – Se o nome estiver manuscrito, deve aparecer sublinhado, e se aparecer digitado ou impresso, deve aparecer em itálico.

Apomorfia, Sinapomorfia e Plesiomorfia

Apomorfia é o termo para uma característica presente em um grupo, mas apenas neste grupo, nova ou derivada de outro grupo por evolução e especiação (o processo que define uma espécie), deduzida por análises anatômicas. Estas características definem um táxon num cladograma (ex.: táxons do filo Chordata – Peixes, répteis, aves...).
Sinapomorfia é uma característica apomórfica compartilhada por mais de um táxon (ex.: ovo amniótico, presente nos répteis e aves).
Plesiomorfia é uma característica ancestral, herdada de espécies antigas, que com o passar do tempo se modifica por meio da evolução, se tornando uma ou mais novas apomorfias. A identificação de uma plesiomorfia depende do estudo de um grupo mais antigo e supostamente ancestral/parente.
Por exemplo, a apomorfia dos cordados é a presença de vértebras, e sua plesiomorfia a ausência destas, porque criaturas anteriores aos cordados não as possuíam.

Cladogênese e Anagênese

A Cladogênese é o processo em que uma linhagem de seres vivos, por meio da evolução, se separa em duas linhagens diferentes, cada qual com suas apomorfias, e a Anagênese ocorre quando uma linhagem simplesmente evolui ao ponto de se tornar uma nova espécie, sem bifurcações no caminho evolutivo.

Cladograma


Um Cladograma é o esquema de uma hipótese sobre as relações de parentesco entre organismos de linhagens diferentes, em que se busca traçar uma linha do tempo evolutiva realizando uma análise filogenética dos grupos de seres vivos, dividindo-os em táxons e relacionando suas características por semelhança. Nos cladogramas, os nós representam os pontos em que ocorre uma cladogênese, assinalando uma sinapomorfia das duas linhagens. A função dos cladogramas é facilitar os estudos sobre a evolução de seres vivos de forma simples, de modo a melhorar, em termos gerais, as pesquisas em áreas que envolvem a biologia.
Fonte: http://wwwbiodersongrapiuna.blogspot.com.br/2012/04/clado-e-cladograma_30.html

Fonte: 
http://www.sindioses.org/cienciaorigenes/cladotaller.html
Aviso:
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Reino Metáfita: plantas

      Características gerais:


1: Possuem embrião maciço;

2: São autotrofos;

3: Apresentam matrotrofia (zigoto é alimentado no corpo materno);

4: Possuem beta-caroteno;

5: Possuem clorofila;

6: Apresentam parede celular de celulose;

7: Armazenam produtos da fotossíntese em forma de amido nos cloroplastos.

  Há quatro divisões: bryophita (briófitas),pterydophita (pteridófitas), gymnospermae (gimnospermas) e angyospermae (angiospermas).

Briófitas:

1: Sem tecidos

2: Tamanho milimétrico

3: Corpo em forma de talo

4: São avasculares (condução de nutrientes célula a célula)

5: Corpo dividido em rizóide, caulóide e filóide

6: Vivem em locais úmidos

7: Possuem metagênese

8: São criptógamas

9: São dióicos

10: Necessitam de água para a reprodução (anterozóide é flagelado e nada até a oosfera e a fecunda)

Pteridófitas

1: Dependem da água para reproduzir-se

2: 1º grupo com tecidos- crescimento: meristema; preenchimento: parênquima; condutor: vascular. (se divide em dois: o xilema, que conduz e seiva bruta, com H2O e sais minerais da raiz para as folhas, e o floema, que conduz a seiva elaborada, com açúcares, proteínas e aminoácidos das raízes para as folhas.)

3: Possuem orgãos: raiz (sustentação, fixação e absorção), caule (condução e sustentação), e folhas (sintetização e fotossíntese).

4: Fase gametofítica: prótalo cordiforme com anterídios e arquegônios


Gimnospermas

 Divididos em quatro tipos: coníferofitas, cicadofitas, gnetofitas e gingkofitas.

1: Possuem estróbilo ou cone (pinha)

2: Geralmente dióicas (exceção Pinus elioti )

3: Indempendentes da agua para reprodução (grãos de pólen, que podem voar até o arquegônio, onde produzem o tubo polínico que leva os núcleos espermáticos até a oosfera, fecundando-a)

4: Possuem semente nua

Angiospermas

1: Primeiro vegetais com flores (possuem glândulas nectariferas, que atraem insetos, que, de planta e planta, coletam pólen e fazem a polinização. A estrutura feminina da flor se chama carpelo, e é dividida em três partes: o ovário, onde fica a oosfera, o estilete, que é o tubo em si e o estigma, onde  os grãos de pólen pousam e germinam, gerando o tubo polinico. A estrutura masculina se chama estame, e é composto por antera, onde fica os esporângios, que produzem grãos de pólen, conetivo, que liga as duas anteras e pelo filete, que sustenta o conjunto. As pétalas servem para proteção e atração de insetos com suas cores.)

2: Apresentam fruto.

3: Podem ser dicotiledôneas (geralmente com crescimento secundário) ou monocotiledôneas (geralmente sem crescimento secundário):

                                             dicotiledôneas                                                                 monocotiledôneas

Número de cotilédones:         dois                                                                                um

Tipo de nervação foliar:         nervuras reticulares                                                          nervuras paralelas

Distribuição de vasos             feixes vasculares em círculo                                             feixes vasculares
no caule                                                                                                                       difusos

Tipo de raiz                           pivotante ou axial                                                            fasciculada ou em
                                                                                                                                   cabeleira

Tipo de flor                           tetrâmera ou pentâmera (elementos florais                       trímera (elementos
                                            em número múltiplo de 4 ou 5)                                         florais em número
                                                                                                                                   múltiplo de 3

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Reino animalia: os vertebrados

Filo chordata (cordados)


Características

1: Têm notocorda ou cordão dorsal - sustenta o embrião, dirige a formação do tubo nural dorsal oco e dirige a formação da coluna vertebral

2: Têm tubo neural dorsal oco - forma o cérebro e o sistema nervoso

3: Têm fendas faringianas ou branquiais

4: Têm epitélio de revestimento - pele, escamas, pelos (´´couro``), placas ósseas ou penas

5: Possuem cauda pós anal - ajuda no deslocamento, no eqilíbrio, serve como arma, como um 5º membro, etc.

6: Possuem coração ventral com circulação fechada


Classes

 Peixes

  Características
1: Podem ser ósseos (osteíctes) ou cartilaginosos (condríctes)

2: Possuem escamas - pequenas e ásperas nos condríctes e grandes e lisas nos osteíctes

2: Coração com um átrio e um ventrículo

3: Osteíctes possuem bexiga natatória que ajuda na flutuação (nos condríctes, é ausente, e sua flutuação é feita pelo fígado, que acumula gordura)

4: Osteíctes pssuem boca terminal, e os condríctes, ventral

5: Condríctes possuem esqueleto feito de cartilagem, e os osteíctes, de carbonato de cálcio

6: Nos osteíctes, o tubo digestório termina em ânus, enquanto nos condríctes, termina em cloaca

7: São todos aquáticos

8: Respiram por brânquias

9: Forma hidrodinâmica - nadadeiras, cauda e etc. ajudam na locomção


Anfíbios

1: Esqueleto ósseo;

2: Respiração pulmonar e cutânia;

3: Pele lisa, mucosa, sem escamas e sem queratina;

4: Possuem membros locomotores (dois pares);

5: Possuem palpebras;

6: Coração com dois atrios e um ventriculo;

7: Possuem timpano (proteção contra predadores, localização de presas, vocalização, ( para comunicação e localizar coespecificos, que são individuos da mesma espécie, para reprodução, demarcação de território ou afastar competidores));

8: Poem ovos na água e sem casca;

9: Passam por uma fase larval;

10: Possuem fecundação externa


Répteis

1: Pele seca sem glândulas mucosas, grossa e escamosa;

2: Possuem pulmão alveolar;

3: Ovo com casca;

4: Urina concentrada (ácido úrico);

5: Ovos possui anexos embrionários: Alantóide, âmnio, cório, câmara de ar, saco vitelino e albumina.

Aves

1: Ovo amniótico;

2: São endotérmicos;

3: Ossos pneumáticos (diminui o peso e a densidade);

4: Possuem sacos aérios;

5: Maxilar se torna bico (perda de peso);

6: Membroa anteriores se tornam-se asas;

7: Penas (aumenta a resistência ao ar e é isolante térmico);

8: Perda da bexiga urinária;

9: Osso externo se torna quilha;

10: Corpo aerodinâmico.

Mamiferos

1: Epitélio de revestimento (pele (queratina e pelos, este ultimo servindo como isolante térmico e indicador de saúde, para reprodução) e glândulas (sebaceas (que liberam cheiro e protegem contra bactérias), sudoríparas, odoríferas e mamárias (produz leite com alto teor de gorduras, proteínas e minerais para o desenvolvimento da prole)));

2: Respiração pulmonar;

3: Diafragma muscular separando pulmo~es e coração da cavidade abdominal;

4: Encéfalo autamente desenvolvido;

5: Fecundação interna, ovos minúsculos sem casca e pouco vitélo, retidos no útero para o desenvolvimento do filhote;

6: Habitats aquáticos, terrestres e aéreos (alados, morcego).

sábado, 27 de agosto de 2011

Filo arthropoda (artrópodes)


características


1: possuem apêndices articulados (daí o nome - arthon = articulações e pódos = pés)


2: artropodização ou tagmatização (a fusão dos metâmeros, com especialização, formando os tagmas)


3: possuem exoesqueleto - esqueleto externo de quitina + proteínas, que protege contra predadores, desidratação e sustenta o corpo (transferência de peso para o substrato)


4: Desenvolvimento e reprodução: o espermatozóide é armazenado no espermatóforo, que é uma cápsula com uma ponta que perfura a cápsula que protrge os óvulos, e injeta os espermatozóides. O espermatóforo, após introduzido na fêmea, fica na espermateca. Após a fecundação, são produzidos ovos.
   Podem ocorrer metamorfoses em algumas espécies. Elas podem ser:


    Holometábolas: metamorfose completa. Ex: borboleta.


    Hemimetábolas: metamorfose incompleta; indivíduo pouco diferente do adulto. Ex: gafanhoto.


    Ametábolas: não ocorre metamorfose. Ex: traça-de-livro.
    
Classes dos artropodes


Classe: Insetos


Corpo dividido em três regiões cabeça tronco e abdome;
    Cabeça com par de antenas;
    Olhos podem ser simples ou compostos (ocelos) ou compostos, formado de varias;
unidades que possuem lentes;
Possuem diversas peças bucais cortador e mastigador picador-sugador, sugador , lambedor etc;
Possuem três pares de pernas no tórax;
Geralmente possuem dois pares de assas mas podem ter apenas duas ou nenhuma, as vezes as asas aparecem apenas durante um período da vida;
Poucos insetos possuem receptores auditivos também podem produzir sons;
Os insetos possuem sistema digestório com glândulas que produzem enzimas;
Seu sistema circulatório leva alimento as células;
Respiram por meio de traqueias, com orifícios nas laterais que proporcionam a entrada de oxigênio e saída de gás carbônico;
São dióicos (sexos separados);
Possuem fecundação interna;
Muitos possuem desenvolvimento indireto;
Os ovos são envolvidos por uma casca impermeável que protege contra desidratação;
Podem ser ametábolos hemimetábolos holometábolos;
Ametábolos sem metamorfose;
Hemimetábolos metamorfose incompleta;
Holometábolos metamorfose completa;
Alguns insetos formam sociedades;


Classe: Crustáceos


Podem viver na água ou na terra;
Tem exoesqueleto fortalecido com cálcio;
Corpo dividido em cefalotórax e abdome;
Possuem dois pares de antenas que funcionam como órgãos de tato e olfato;
Possuem olhos compostos;
A maioria possui apêndices articulados ao redor da boca para captura de alimentos;
Podem ter diferentes números de pernas ;
Respiração branquial;









Classe: Aracnídeos


Alguns são parasitas;
Maioria terrestre;
Corpo dividido em cefalotórax e abdome;
Possuem quatro pares de pernas;
Não possuem antenas;
Possui um par de quelíceras para manipular o alimento;
Algumas espécies injetam peçonha (veneno) pelas quelíceras, nos escorpiões o veneno é injetado pelo agulhão (ferrão na cauda);
Podem possuir pedipalpos, ou palpos;
Não possuem mandíbulas;
Grande partes das aranhas tece teias;
Respiram por traquéias ou pulmões primitivos em forma de folhas;
Olhos simples (aranhas geralmente possuem oito);
São dióicos;
Possem desenvolvimento direto.


Classe: Quilópodes


Possuem corpo alongado, segmentado;
Possuem vários pares de pernas, de quinze a cento e setenta pares;
Possuem um par de pernas por segmento;
O corpo é dividido em cabeça e tronco;
Possuem olhos simples (ocelos);
Possuem um par de antenas;
Possuem um par de forcípulas, que inoculam veneno;
Podem medir de três a trinta centímetros;


Classe: Diplópodes


Possuem corpo alongado, segmentado;
Possuem vários pares de pernas, podendo chegar a cento e oitenta pares;
Possuem dois pares por segmento;
Possuem olhos simples (ocelos);
O corpo é dividido em cabeça e tronco;
Possuem um par de antenas;
São herbívoros;
Não possuem veneno;
Podem medir de dois milímetros a trinta centímetros.


Filo Echinodermata (Equinodermos)


   Características:

    1: Simetria radial secundária (no adulto, e no filhote, a simetria é bilateral e primária) - adaptação a ambientes turbulentos (ondas)

    2: São todos marinhos

    3: Medem de alguns cm a 1m

    4:Quase sempre possuem espinhos

    5: Endoesqueleto de calcário de origem mesodérmica

    6: Possuem pés ambulacrários com sistema aquífero (apomorfia), que serve para respiração e locomoção

    7: Tubo digestório completo

    8: São dióicos

    9: Sofrem metamorfose

    10: Possuem a capacidade de se regenerar

Há cinco classes de equinodermos:

     Os Asteróides;
     Os Equinóides;
     Os Holoturóides;
     Os Ofiuróides;
     Os Crinóides.